terça-feira, 10 de maio de 2011

A pessoa ideal


Conforme a vida passa, vamos conhecendo pessoas. Pessoas que ficam por segundos, horas, dias ou anos.

O tempo que elas permanecem ao nosso lado pode variar. E a importância não precisa estar relacionada ao tempo.

Uma pessoa que fique na nossa vida por segundos pode nos marcar para sempre. Em compensação alguém pode passar anos ao nosso lado, mas sendo alguém que não seja tão importante.

Só que muitas vezes passamos por situações onde acreditamos que achamos a pessoa perfeita, a nossa metade. Em outras situações percebemos que estamos “perdidos” por não fazer a mínima idéia de quem queremos ao nosso lado.

Passei por algumas relações e todas têm momentos bons e momentos ruins. Fatos a serem lembrados, fatos a serem utilizados como aprendizado.

Cada pessoa marcou de uma forma. Também porque cada pessoa entrou na minha vida em um momento distinto da minha vida. Mudamos constantemente e a cada momento podemos sonhar com algo especifico querer algo diferente ou mesmo mudar o conceito sobre algumas “verdades” que acreditávamos.

Tive um relacionamento intenso recentemente. Daqueles que marcam para o resto da vida. Infelizmente terminou por motivos externos, algo que dói demais. Quando termina porque um dos dois (ou os dois) não tem mais compatibilidade, não se gostam mais ou algo do gênero é menos complicado entender e superar. Mas quando entra nesse ponto a ferida tende a ser mais profunda, demora a cicatrizar

A vida continua, é verdade. Mas muitas vezes penso que esta pessoa era a minha metade. A pessoa ideal para viver o resto da minha vida. Não sei o que pensar a respeito disso. Posso estar enganado e encontrar alguma pessoa no futuro. Pode-ser até que estes “fatores externos” sejam resolvidos e esta pessoa possa voltar de vez para minha vida.

Só sei que existem várias coisas acontecendo ao mesmo tempo na minha vida. Trabalho precisando ser acertado, fisioterapia que está complicado (por conta de conflito de horários). E claro, aproveitar para voltar a discotecar, dançar e talvez até a dançar. E deixar esse assunto a cargo do “cara lá de cima” e deixar que a solução apareça.

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