quinta-feira, 15 de julho de 2010

Surpresa inesperada

Mais um dia puxado de trabalho, com a diferença de ao ir embora ter descoberto que hoje, 15 de julho é o dia do Homem. Nem fazia idéia disso. Nunca tinha ouvido falar a respeito dessa data. Só fiquei sabendo por conta de uma mensagem que veio por conta de uma amiga minha.

Volto para casa, louco para um banho e descanso. Mas ao chegar, algumas luzes acesas. Vejo na cozinha luz de velas, a mesa posta.

Você me aparece, com um sorriso no rosto e me cumprimenta com um beijo demorado e apaixonado. Oferece-me uma massagem que me ajuda a relaxar. Pede apenas para que eu me troque antes disso e coloque algo confortável.

Ao chegar ao meu quarto, um presente para mim. Um roupão de seda com um cartão marcado com o desenho dos seus lábios.

Resolvo tomar um banho para ajudar a relaxar enquanto ouço você finalizando o jantar. Termino, colocando o presente recém recebido.

Vou para a cozinha, o jantar servido e você linda, radiante. Comemos de forma animada, conversando, batendo papo, trocando carinhos leves.

“Por acaso esqueceu-se da massagem?” – pergunta com um lindo sorriso e vamos para a sala. Fecho os olhos e sinto suas mãos em meu corpo começam a tirar a tensão do meu corpo, começo a deixar de lado o stress, todos os problemas e a cabeça fica sem pensamentos, apenas curtindo seus carinhos.

Terminada a massagem, dirige-se a cozinha e me traz um vinho branco gelado me serve e liga o som. Dança para mim, não uma dança erótica, mas sim uma linda dança, uma performance que assisto com atenção, totalmente interessado.

A garrafa de vinho ao meu lado é degustada aos poucos. A diferença não está na dança. Seu olhar que está diferente. Um olhar de desejo, um olhar quente. Um olhar de quem deseja me devorar, estar comigo a noite toda.

Termina a dança com um ar de sensualidade, a respiração até ofegante, o seu corpo entregando uma excitação apenas pela dança, sem nada ter acontecido. Vem em minha direção, me beija novamente e pede licença por alguns minutos.

Começo a pensar na ótima noite que estou tendo até agora, quando você me aparece, vestindo também um roupão vermelho, amarrado e justo no seu corpo, moldando suas curvas. Fica na minha frente e pergunta se gostei do presente.

Olho para o roupão que estou vestindo e digo o quanto gostei do presente. Então você me sorri de forma quase irônica

“Bobo, este não é seu presente” – me diz. Em seguida começa a desamarrar o roupão, deixando ele aberto e mostra seu corpo nu.

“Gostou do seu presente?” – repete a pergunta , com as mãos na cintura, me olhando com uma vontade que poucas vezes vi em uma mulher. Nada digo, apenas te pego em meus braços, te beijo e levo você para o quarto para poder desfrutar devidamente de meu presente, até o dia amanhecer......

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