segunda-feira, 2 de junho de 2014

De repente...

Eis que de repente uma simples parada para comer se torna tão triste.

Sozinho, sem ninguém para conversar.

Vendo casais sorrindo, pais a  brincar com seus filhos e eu ali a observar.

Coração apertado. Lágrimas prestes a cair.

Isolado no meio da multidão. Alma no turbilhão. Coração a bater em buscar de uma razão.

Cada batida como uma pontada no peito. Tirando o ar, tirando o sorriso.

Mostrando que mesmo um anjo (como já fui chamado) é capaz de sofrer, de magoar, de chorar....

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