sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Etiqueta na dança

Recebi um e-mail de uma amiga comentando sobre a dança onde mostrava a dança de antigamente com a dança de hoje em dia. Não digo relacionado a passos, ritmos. Estou me focando mais na etiqueta, na maneira como as pessoas se tratam

Tenho meus valores, minha maneira de ser, de agir, de tratar as pessoas. Isso muitas vezes é interpretado de forma incorreta. Antes eu esquentava a cabeça, agora relevo. As pessoas se acostumaram a certa distância, tanto que o sucesso de baladas de música eletrônica, onde as pessoas não dançam juntas (na verdade elas nem dançam realmente) e onde não se pode conversar de uma forma agradável (temos que gritar para nos fazer ouvir). Faz algum tempo que estou envolvido com a dança a dois. Ainda tenho contato, saio às vezes para variar um pouco e curtir a dança “solo”, mas não tem comparação com o que sinto, no prazer que tenho dançando a dois.

Vejo com bons olhos quando alguém de fora da dança aparece e acaba viciando, envolve-se. Tenho vários contatos com pessoas que antes só pensavam em baladas normais e hoje não conseguem pensar em um fim de semana sem dançar Zouk, por exemplo.

Nesse ponto vejo outro ponto, relacionado à educação entre um homem e uma mulher. Ir até a dama, convidar a mesma para dançar, levar até a pista, protegê-la e depois deixá-la no mesmo lugar onde a convidamos. Acho graça porque algumas damas que não me conhecem chegam a se assustar ou achar que quero algo a mais simplesmente pelo fato de acompanhar a mesma no “trajeto” de volta. Quando a dama está “entregue” agradeço e me afasto. As reações são as mais diversas.

Mas o importante é voltar a valorizar algumas atitudes, relações entre as pessoas. Para os homens voltarem a explorar aspectos pessoais, maneiras corretas de tratar e para as mulheres voltarem a se valorizar, a saberem dar o devido valor a si mesmas, não estarem tão “disponíveis” em todos os momentos.

Homens e mulheres são iguais em muitos aspectos, principalmente em alguns onde as mulheres lutaram para conseguir a igualdade, mas isso não quer dizer que elas não queiram ser cuidadas, cortejadas, protegidas.

Pensem nisso.

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