quarta-feira, 24 de setembro de 2008

No meio da multidão, me sinto só.
Saio e a noite parece refletir a minha própria alma. Noite sombria, sem o brilho do luar/ frio que congela o coração; Chuva caindo forte,em conjunto com um vento cortante, castigando o corpo e a alma;
Olho para os lados e me vejo só. Sem rumo, sem direção.
Minha alma dói. Ela grita, na esperança de ser ouvida, socorrida. Um grito que sai desesperador, suplicante. Só que esse grito não recebe resposta e se perde, no meio da escuridão e vazio da noite.
A chuva deixa meu rosto gelado. Ou será que são as minhas próprias lágrimas causando esse efeito?
Será que meus olhos me enganam e me fazem enxergar um cenário tão desolador ou será que o que vejo não é nada mais que a pura realidade?
Ou ainda , será que meus olhos estão com uma percepção tão alta, enxergando de maneira tão profunda, que o que vejo nada mais é do que o reflexo da minha própria alma?

Um comentário:

claudia disse...

O Eu sozinho tem sua importância!

Esse romantismo avassalador você não mostra enquanto dança, não é mesmo, Fla?! Já senti isso até no salão ao dançar com tanta gente, mas, quando a gente quer dançar com alguém especial e esse alguém não aparece. Eu me sinto só. Já aconteceu com você?
Quando se sentir só e tiver apenas a chuva de companhia não se entregue às lágrimas! Reverta a situação com uma emoção maior.

Temos que compreender que o mundo mudou. O Sentimento da humanidade evoluiu. O romantismo modificou. Atualize-se então. No seu sorriso todos vêem que esta solidão é superada.. sempre..

Beijos pro poeta.

ClaU

Postagens populares