segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Olhar

Lugar calmo. Lugar quieto. Tanto faz.

Cheio, vazio. Muito menos.

Pode estar bem a vontade ou numa happy hour logo depois do trabalho.

Toda produzida e maquiada ou sem nenhuma maquiagem.

Dançando, chamando atenção. Ou apenas deitada na grama, curtindo o sol e a leve brisa.

Não fala nada. Não precisa falar.

Não me pronuncio. Porque não é necessário.

Temos apenas os olhares focados um no outro.

O tipo de olhar? Uma mistura de sentimentos diversos. De sensações.

Um começo que pode trazer um pouco de timidez, é verdade, mas aos poucos sentindo que o olhar é não é invasivo. Pelo contrário.

Deixando-se olhar. Querendo desvendar.

E mesmo sem palavras, os olhares dizem tudo.

A sensação de timidez agora dá espaço para uma vontade de não desviar o olhar. Nem mesmo de piscar por um segundo que seja. Para não arriscar perder um momento sequer.

Sem noção de tempo. De lugar. De nada.

Apenas este olhar que hipnotiza. Que aproxima. Que envolve.

Olhar para nunca mais esquecer.....

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